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Atualizado: 11/09/2013 | Por Famosidades-- Famosidades

Entrevista: Kiara Rocks

Cadu Pelegrini disse que se sente como a pessoa da plateia que foi chamada para o palco


Carolina Pain

Carolina Pain

Estreante no Rock in Rio, o Kiara Rocks não está com medo de rejeição no Palco Mundo. Feliz com o convite, o vocalista Cadu Pelegrini revelou que a apresentação será muito importante para mostrar ao mundo quem é o grupo, além de levantar uma bandeira para fazer com que bandas novas e nacionais também garantam um lugar no festival.

O cantor ainda disse que está empolgado em se apresentar junto de grandes nomes que também estão no line-up do dia 22 de setembro, como Iron Maiden, Slayer e Avenged Sevenfold. "A minha primeira banda cover foi do Slayer", revelou em entrevista exclusiva.

"Eu falaria mal de qualquer banda que tocaria antes da minha favorita. Mas acho que, assim como eu, aquela molecada também cresceu", comentou sobre possíveis vaias.

Pelegrini ainda afirmou que o Kiara Rocks está realizando um sonho. "Não faz sentido vaiar alguém que conseguiu realizar esse sonho, principalmente porque um dia esse cara da plateia também pode estar no palco. A gente não quer que todo mundo nos ame, mas quer que respeite".

Vocês estão estreando no Rock in Rio. O que passa pela sua cabeça quando você se lembra que vai se apresentar no festival?

CADU PELEGRINI - Eu procuro não pensar muito e deixar o evento correr. Tento pensar que o Rock in Rio será como se fosse só um show. Faremos o mesmo show como se fosse para apenas cinco pessoas. Somos novatos, tanto no Rock in Rio quanto para qualquer show com publico grande. Temos que causar uma boa impressão.

Você sente medo da rejeição do público?

Eu não estou preocupado com isso, porque a minha primeira banda cover foi do Slayer. Assim como quando eu estava lá embaixo eu sou como um desses caras. Eu falaria mal de qualquer banda que tocaria antes da minha favorita. Mas acho que, assim como eu, aquela molecada também cresceu, então agora podem respeitar. Não ligamos muito para isso, porque sofremos preconceito por ser uma banda nacional também. Faremos algo ao vivo mesmo.

O que estão preparando para o show? Terão covers?

A gente lançou o terceiro CD agora, "Daqui por Diante" e não tivemos nenhuma limitação financeira para isso, então fizemos algo bem bacana. A gente pretende tocar nossas músicas também, mas como não temos nada na rádio, teremos que usar clássicos do rock, porque faz todo o sentido para a gente. Teremos a surpresa de um convidado que tem a ver com o que a gente toca, e ele é muito bom no que faz. Nosso show terá tudo a ver com a proposta do dia.

O Kiara Rocks é uma banda recente, que ganhou visibilidade após o programa "Astros". Você imaginava uma projeção tão grande em tão pouco tempo?

Não! Mas acontece que, quando você é de verdade, isso acontece. O "Astros" deu a oportunidade de mostrar o que a gente gosta de fazer. Eles deixaram a gente fazer o que a gente queria e deu certo. Isso ajudou muito. Depois entraram os empresários, contratos e tudo isso permitiu com que a gente crescesse. Chegamos até aqui, mas eu nunca ia saber que, em apenas sete anos, estaríamos no Rock in Rio. Veteranos trabalham bastante e nunca pisaram no Rock in Rio. Mas estão apostando na gente. O Roberto Medina disse que queria colocar a gente no Palco Mundo. A gente ia falar 'não, valeu?' (risos).

Como vocês definem o som que fazem?

A gente não rotula. Somos uma banda de rock, que não é metal, não é hard rock, nem nada... Somos apenas uma banda de rock. A gente tinha uma limitação financeira, com uma sonoridade não tão boa no começo da carreira. Depois o problema foi a produção, porque tinham uma ideia mais comercial da gente. Agora chegamos um ponto que a gente quer, em algo que a gente quer fazer, do jeito que queremos ser conhecidos. Fazemos rock.

Vocês vão se apresentar no Palco Mundo no mesmo dia que o Iron Maiden, Avenged Sevenfold e Slayer. O que isso representa para você e para o Kiara Rocks?

Desde cedo ouvia Black Sabbath e Slayer. Agora vou tocar minutos antes de um deles. A gente tem que separar a parte de tietagem e fazer legal nossa parte. Depois, de igual para igual e eles vão respeitar. Mas sim, eu vou fazer de tudo para conhecer os caras, lógico (risos).

Pretendem assistir outros shows do festival? Qual?

Metallica é sempre bom ver no palco, uma enorme produção e é demais. Gosto muito do Avenged Sevenfold e sempre gostei também de 30 Seconds to Mars, porque mandam muito bem.

Você chegou a ir em algum Rock in Rio?

Só fui em 2011, no show do Metallica. Aliás, nosso baterista é muito fã do Metallica.

Qual o melhor show do festival que você viu, ao vivo ou pela TV?

Sem dúvida nenhuma, eu queria ter ido a show do Queen, no Rock in Rio de 1985. Deve ter sido sensacional!

E quais os projetos atuais do Kiara Rocks?

Agora a gente está trabalhando para entrar para o universo da rádio e queremos firmar o nome da banda. Precisamos trabalhar mais o CD. Queremos também fazer mais algumas parcerias para projetos, mas estamos sempre trabalhando na banda. Aliás, nossa turnê estreia exatamente no Rock in Rio.

O que você acha que o Rock in Rio vai acarretar na carreira da banda?

É exatamente o que o Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, me disse. Em festival, até para eles que são veteranos, você entra de um jeito e sai de outro. Então, entraremos de um jeito e sairemos de outro. É uma coisa televisionada para todo o mundo. O que importa mesmo é essa oportunidade. Nenhum lugar é melhor para mostrar quem é a banda do que o próprio palco.

E o que você tem a dizer para o público que já garantiu ingresso para o dia 22 de setembro, quando vocês se apresentam?

Quero dizer que o que a gente está fazendo é levantar uma bandeira, porque quem está lá na plateia também quer subir e um dia estar no Palco Mundo. É muito estranho ter uma banda e querer estar lá em cima, mas todo mundo sonha com isso e boa parte do pessoal que vai ao show também tem sua banda, cover ou não. Não faz sentido vaiar alguém que conseguiu realizar esse sonho, principalmente porque um dia esse cara também pode estar no palco. A gente não quer que todo mundo nos ame, mas quer que respeite. Estamos abrindo portas para muitas bandas. Eu sou o cara da plateia que estarei no palco, amanhã pode ser qualquer um da Cidade do Rock.

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